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RIO DE MOURO - CONTRIBUTO MONOGRÁFICO

riodemouroTEXTOS: C.M.Sintra
Autor: C.M.Sintra, 2007
• Brochado
• Com ilustrações
• 223 Páginas
P.V.P.: 12,00€
Impressão Gráfica: Europress, Lda.
ISBN: 978-972-8875-32-9
D.L.: 265962/07
Rio de Mouro: Contributo Monográfico. É uma monografia editada e publicada
pela Câmara Municipal de Sintra em 2007, que tem como objectivo divulgar e
dar a conhecer uma região rica em património histórico e antropológico com
as suas tradições culturais, desportivas, recreativas, sociais e outras. Desta
Freguesia, integrante do Concelho de Sintra, da qual fazem parte os lugares
de, Rio de Mouro; Rio de Mouro Velho; Albarraque; Bairro da Tabaqueira;
Fitares; paiões; Mercês; Rinchoa; parque Urbano do Alto do Forte e Serra das
Minas. Rio de Mouro – local de “belas Quintas”, pelas quais, passou certa
aristocracia da Casa Real e outra fidalguia burguesa, nos séculos passados –
é das mais extensas freguesias do Concelho de Sintra, fazendo fronteira, a
Sul, com os Concelhos de Cascais e Oeiras. Na época Romana, integrou o
denominado ager olisiponensis; no Período Muçulmano, fez parte do Al-
Andaluz; na medievalidade portuguesa faz parte do Termo de Sintra, em 1154,
com a conquista de Lisboa e Sintra por D. Afonso Henriques, é hoje uma das
mais importantes do Município Sintrense. Tem como orago Nossa Senhora de
Belém, adquirindo o estatuto paroquial, por meados do século XVI, sendo que
a Igreja Matriz, encontra-se classificada como “imóvel de valor concelhio”,
onde se encontra a Imagem tardo-gótica de São Braz em pedra de Ançã,
mantendo-se ainda hoje o “culto de Nossa Senhora do Cabo Espichel”. No
âmbito cultural, o espaço vivo e aberto de maior relevância é a Casa-Museu
de Leal da Câmara, onde se expõem múltiplos exemplos artísticos e
documentais da identidade saloia da região onde as paisagens de Rio de
Mouro são descritas pelo célebre escritor inglês, William Beckford descreve
no seu “Diário” em 1787. Esta monografia dá-nos ainda a conhecer outras
personalidades riomourenses de relevo histórico, entre as quais Francisco
dos Santos, escultor e estatuário, tendo sido um dos maiores vultos da Arte
Portuguesa do século XX.