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OBRAS DE JOSÉ ALFREDO DA COSTA AZEVEDO - I BAIRROS DE SINTRA

obrasdejcaz1AUTOR: José Alfredo da Costa Azevedo
EDIÇÃO: C.M. Sintra, 1997
• Cartonado
• Com ilustrações
• 334 Páginas
P.V.P.: 12,47 €
Impressão Gráfica: Europam, Lda.
D.L. 117644/97

José Alfredo da Costa Azevedo nasceu em Sintra, mais propriamente no edifício da actual pastelaria “exlibris” de Sintra – Piriquita – a 8 de Dezembro de 1907 e morreu com 83 anos a 5 de Dezembro de 1991. José Alfredo, grande humanista, foi uma pessoa das que mais amou e defendeu a sua terra. Este “Homem-Bom” de Sintra foi
um verdadeiro “historiógrafo” sintrense, um intelectual, um artista, um político, sendo o primeiro Presidente do Município de Sintra, pós 25 de Abril de 1974, oferecendo todo o seu vencimento à Santa Casa da Misericórdia e Bombeiros Voluntários de Sintra.


Sem formação académica, foi um autodidacta e defensor acérrimo do património sintrense que, segundo os historiadores, Victor Serrão e José Cardim Ribeiro, era uma espécie de “Túlio Espanca de Sintra”, sendo galardoado em 1980 com a Medalha de Ouro do Concelho. Afastou-se da política activa em 1976, por desilusão, pedindo a demissão do cargo que ocupava. Maçon desde 1929 luta pela alfabetização, segundo o método da Cartilha Maternal de João de Deus, iniciando na década seguinte, a sua colaboração no Jornal de Sintra, com o título genérico “Velharias de Sintra”, artigos de carácter cultural, sem qualquer espécie de critério temático, que hoje se tornam fonte incontornável de pesquisa para qualquer investigador das coisas de Sintra. As “Obras
de José Alfredo da Costa Azevedo” são uma compilação, organizada e publicada em 1997 e 1998, pela Câmara Municipal de Sintra, através do seu Serviço de Arquivo e Documentação. Esta edição, está organizada e apresentada em sete volumes, nos quais, o autor descreve sumariamente ruas, edifícios e os vários aspectos da vida e Vila de Sintra, histórico-geográficos, seguindo especificamente a “Planta do Real Paço e da Vila de Cintra” levantada pelo Capitão Engenheiro, Secretário da Comissão do Tombo dos Bens da Coroa, José António de Abreu, em Maio de 1850, deixando um excelente contributo para os investigadores. O primeiro volume descreve com várias paisagens, desenhos e fotos “Bairros de Sintra” – A Vila Velha, A Estefânia, São
Pedro; o segundo Volume descreve “Recantos e Espaços” – o Convento do Carmo, o Convento dos Capuchos, o Convento da Trindade, a Peninha e a Capela de São Saturnino, a Capela de São Lázaro e a Gafaria, a Ermida da Senhora dos Desamparados, Capela de São Lourenço nas Azenhas do Mar, a Capela de Santo Amaro, Monserrate, a Penha Verde, o Campo de Seteais, a Quinta do Relógio, a Quinta do Cosmo, a Madre de Deus; o terceiro volume, descreve “Litoral e Planície Saloia” – a Estrada Velha de Colares, a Praia das Maçãs, o Casal de Pianos e a Família, Nogueira de Andrade, o Museu de Odrinhas, a Cruz da Moça, a Ponte Romana de Albarraque; o quarto volume descreve “Apontamentos Vários” – as Tholoi do Vale de São Martinho, o Poço do Romão, uma Imagem em Bolandas, o Denominado Túmulo dos Dois Irmãos (o lendário e o histórico), Ainda o Túmulo dos dois Irmãos, o Velho Pelourinho de Sintra, o Velho Esguicho Manuelino, Uma Jóia que não se perdeu, as Fontes da Pipa e da Sabuga, a Torre da Vila, a Volta do Duche, André de Albuquerque, No Tempo do Miguelismo, Proibição de apanhar fruta, a Sociedade União Sintrense, Uma Caixinha de Surpresas, Fechou a Camélia, as Queijadas; o quinto volume descreve “Memórias do Tempo” – Duas visitas Reais, um livro de 1748, o Terramoto de 1755, Memórias Paroquiais, Cemitérios Antigos, Eleições em 1884, a Loja Maçónica «Luz do Sol», Jornais e Memórias do Tempo (1836-1945); o sexto volume descreve “Postais da Vila Velha e de Gigarós… e Coisas de Sintra” – Postais da Vila Velha (1934-1937), Textos de Intervenção (1987-1988), Triste Folhetim, Recados à Câmara Municipal de Sintra, Recordando, Postais de Gigarós, Coisas de Sintra.