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ESTUDOS SINTRENSES III

estudossintrenses3AUTOR: Francisco Costa
EDIÇÃO: C.M. Sintra, 2000
Tema: Beckford em Sintra no Verão de 1787
História da Quinta e Palácio do Ramalhão
Sumários e Retoques
História da Quinta e Palácio de Monserrate
• Cartonado
• Com ilustrações
• 282 Páginas
P.V.P.: 13,97 €
Impressão: Europam, Lda.
ISBN 972-8209-72-X
D. L.: 156806/00

Antologia monográfica de Francisco Costa, integrando os estudos sobre: a passagem de William Beckford por Portugal, entre Lisboa e Sintra, em março a dezembro de 1787 (um culto aristocrata inglês apelidado por Lord Byron como “o filho mais rico de Inglaterra”, apresentado a Sintra pelo 5º Marquês de Marialva, Estribeiro-Mor do Reino, de quem se tornou amigo íntimo), e a descrição da propriedade do Ramalhão, desde a terra inculta doada por D. Afonso V a Diogo Gomes, almoxarife de Sintra, em 1470, a casal agrícola e daqui a palácio já na segunda metade de século XVIII, situado no alto de São Pedro de Penaferrim e propriedade do milionário luso-irlandês Street Arriaga, onde Beckford se instalou principescamente para ser recebido pela Rainha D. Maria I (apenas acontecendo oito anos mais tarde, em 1795, quando voltou a Portugal), depois adquirido em abril de 1802 pela Princesa do Brasil, D. Carlota Joaquina, arrematada em hasta pública em janeiro de 1851 pelo capitalista José Isidoro Guedes, 1º Visconde de Valmor, e comprado após a Concordata de 1940 pela Congregação de Santa Catarina de Siena da Ordem de S. Domingos e convertido em colégio religioso; a História da Quinta e Palácio de Monserrate, onde foi edificada uma ermida dedicada a Nossa Senhora de Monserrate, em 1540 por Frei Gaspar Preto, após regressar de uma peregrinação ao respectivo ermitério beneditino catalão, em terrenos pertencentes ao Hospital de Todos os Santos de Lisboa e aforados à família Melo e Castro, proprietária desde 1718, onde, após sofrer duas ruínas, nos séculos XVIII e XIX, dois milionários ingleses, Gerard De Visme, em 1790-1793, e Francis Cook, em 1856-1863, reconstruíram-na a gosto e onde William Beckford residiu entre 1794-1795 e o poeta inglês Lord Byron classificou como “o lugar mais lindo deste reino” (tendo Francis Cook reconstruiu apaixonadamente o edifício num novo estilo arquitetónico e transformando toda a área rural num jardim exótico, criando um cenário romântico mundialmente conhecido pelas suas singulares espécies, sendo a propriedade vendida à Fazenda Nacional, em maio de 1949, por Saul Saraga).

Antologia monográfica de Francisco Costa, integrando os estudos sobre: a passagem de William Beckford por Portugal, entre Lisboa e Sintra, em março a dezembro de 1787 (um culto aristocrata inglês apelidado por Lord Byron como “o filho mais rico de Inglaterra”, apresentado a Sintra pelo 5º Marquês de Marialva, Estribeiro-Mor do Reino, de quem se tornou amigo íntimo), e a descrição da propriedade do Ramalhão, desde a terra inculta doada por D. Afonso V a Diogo Gomes, almoxarife de Sintra, em 1470, a casal agrícola e daqui a palácio já na segunda metade de século XVIII, situado no alto de São Pedro de Penaferrim e propriedade do milionário luso-irlandês Street Arriaga, onde Beckford se instalou principescamente para ser recebido pela Rainha D. Maria I (apenas acontecendo oito anos mais tarde, em 1795, quando voltou a Portugal), depois adquirido em abril de 1802 pela Princesa do Brasil, D. Carlota Joaquina, arrematada em hasta pública em janeiro de 1851 pelo capitalista José Isidoro Guedes, 1º Visconde de Valmor, e comprado após a Concordata de 1940 pela Congregação de Santa Catarina de Siena da Ordem de S. Domingos e convertido em colégio religioso; a História da Quinta e Palácio de Monserrate, onde foi edificada uma ermida dedicada a Nossa Senhora de Monserrate, em 1540 por Frei Gaspar Preto, após regressar de uma peregrinação ao respectivo ermitério beneditino catalão, em terrenos pertencentes ao Hospital de Todos os Santos de Lisboa e aforados à família Melo e Castro, proprietária desde 1718, onde, após sofrer duas ruínas, nos séculos XVIII e XIX, dois milionários ingleses, Gerard De Visme, em 1790-1793, e Francis Cook, em 1856-1863, reconstruíram-na a gosto e onde William Beckford residiu entre 1794-1795 e o poeta inglês Lord Byron classificou como “o lugar mais lindo deste reino” (tendo Francis Cook reconstruiu apaixonadamente o edifício num novo estilo arquitetónico e transformando toda a área rural num jardim exótico, criando um cenário romântico mundialmente conhecido pelas suas singulares espécies, sendo a propriedade vendida à Fazenda Nacional, em maio de 1949, por Saul Saraga).