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    CULTIVAR SINTRA SEM FRONTEIRAS - e-book: e-sintra, e-mérito

     



    «É preciso que a arte venha sempre em socorro da natureza; porque pela mútua sociedade de ambas se poderá talvez conseguir a suma perfeição».

    (Pseudo-Longinus in A Arte do Sublime)


     

    Apesar da conjuntura difícil em que vivemos hoje, o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Sintra reconheceu a necessidade de continuar a disponibilizar, aos munícipes em particular e ao público em geral, indispensáveis “ferramentas” de conhecimento, designadamente estudos sobre a História, a Arte e o Património do nosso Concelho.

     

    Por conseguinte, e utilizando também o privilegiado veículo de comunicação global que hoje o universo web constitui, optámos pela criação de duas coleções de e-books ou livros digitais, otimizando deste modo as novas tecnologias virtuais de informação ao serviço da preservação divulgativa da nossa bibliografia.

     

    A primeira, designada e-sintra, estrutura-se, nesta fase inicial, sobretudo, em redor dos profícuos resultados obtidos através de um protocolo entretanto celebrado com o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, verdadeira chancela de qualidade intrínseca aos estudos e teses de mestrado e de doutoramento que assim temos o privilégio de editar.

     

    A segunda, designada e-merito, consiste na incontornável “desmaterialização” de obras publicadas pela Câmara Municipal de Sintra, porém, esgotadas, mas cuja relevância para os estudos sintrianos é indubitavelmente inequívoca – tornando-as assim de livre acesso e à distância de um “clique”, quer para investigadores, quer para autodidatas, quer, ainda, para todos os adeptos das Humanidades.

     

    É precisamente todo este contexto conceptual que justifica agora a opção estratégica da Autarquia Sintrense em lançar este seu novo projecto editorial sob o signo epistemológico da sinergia transdisciplinar do superante cruzamento de fronteiras e do constante diálogo de saberes, entre as metáforas dos campos e os factos das urbes, os tempos de outrora e os espaços de agora, os fundos estruturantes e as superfícies características.

     

    Numa imutável litoralidade anfíbia entre o mar e a terra, e porque toda a descoberta original é sempre uma invenção reprodutiva, Sintra convida-nos continuamente, através da reflexão científico-literária e com incitante prazer, à imediata aventura de permanente demanda, no aprofundamento transversal das nossas raízes e memórias, desafiando-nos então a desvendarmos todos os enigmas lacunares que afrontam as nossas sinapses incessantes e acolhendo todos os seus efectivos autores e potenciais visitantes, rumo a uma peregrinação solidária de escritas e leituras.

     

    Boas vindas a todos nós e boa viagem em segurança!

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    A gestão de conteúdos e, sobretudo, do tempo no ciberespaço impõe um planeamento suficientemente distinto das realizações materiais. Rapidez, diversidade, qualidade, são, quanto a nós, os três factores primordiais que contribuem para o sucesso de um projecto com estas características.

     

    tritao galNa verdade, o espaço web é dinâmico e a matéria estanque depressa se esgota numa ou noutra visita. Por essa razão – mas também para diversificar a oferta cultural – construíram-se outras valências complementares da revista Tritão, como uma galeria virtual, local privilegiado para a exposição da complexa e multifacetada realidade sintrense, quer seja no âmbito da História, da Arte, do Património, da Cultura ou da vulgata que a mnésica sintrense soube resguardar.

     

    O incomum, somente possível nestes espaço e tempo etéreos e impalpáveis, radicou, uma vez mais, na mítica personagem que habitava o Oceano da Finisterra: o Tritão, que, com a sua força imensa, enrodilhava as ondas num vai e vem constante, por vezes mais fortes, outras tantas aquietadas, mas escorrendo sempre na areia dourada das praias ou das falésias que fazia ou desfazia ao som do seu búzio.

     

    Assente nesta força inconstante, arquitectou-se uma estrutura que radica em diferentes valências, que também irão surgir em tempos e em espaços distintos, de molde a que o Tritão seja mais do que uma revista científica, pois pode e deve ser também um lugar de otium fecundum.

    Sintra, Setembro de 2012

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