topo

Palacete Pombal ou Condes de Almeida Araújo

palacete-pombal-queluz

Mandado edificar pelo 2º Marquês de Pombal, D. Henrique José de Carvalho e Melo, para acompanhar a família real que, após o incêndio da Real Barraca da Ajuda, se instalou no Palácio de Queluz, este palacete de estilo neoclássico (que inclui pavilhão das cocheiras e jardim de buxos) recorda, apesar das diferenças de escala, o Petit Trianon de Versalhes.

Iniciado após 1795, o palacete não foi terminado em vida do Marquês, que em 1807 acompanhou a família real para o Brasil, onde veio a falecer. Foi adquirido, já na segunda metade da centúria pelos Condes Almeida e Araújo e, no século seguinte, pelos Duques de Palmela, que o venderam em 1978 ao Ministério da Defesa.

De planta quadrada, o palacete desenvolve-se em dois pisos, sendo o superior de menores dimensões que o piso térreo, o qual viria a constituir uma das mais importantes jóias da arquitectura neoclássica que ainda hoje podemos admirar em Portugal.

Está classificado como Imóvel de Interesse Público (Decreto n.º 45/93, publicado no Diário da República nº 280, de 30 de Novembro).